terça-feira, 18 de janeiro de 2022

São Paulo, né?

 As vezes eu escrevo palavras soltas que não fazem nenhum sentido, ou que não são pra alguém específico. Invento histórias, crio personagens, situações e até mesmo cenários imaginários… Hoje estou  com os meus  olhos cheios de água e com o coração tão apertado que consigo sentir cada batimento, escrevo pra você, um paulista que mesmo sem que eu quisesse ficou com um pedaço do meu coração.

 Eu sempre sinto a sorte sorrindo pra mim e dessa vez não foi diferente, um encontro tão aleatório e improvável te trouxe pra perto de mim, cada toque das suas mãos em meu corpo provocava os mais diversos sentimentos euforia, curiosidade, desejo, calmaria… Impossível imaginar a sua boca perto da minha sem que eu esteja mordendo, beijando… É pedir muito, pedir pra voltar naquele dia e viver tudo aquilo denovo? 

Cada segundo parecia mágico e eu ainda me lembro de te olhar pela primeira vez e não acreditar nos que os meus viram, era mil vezes melhor do que eu poderia esperar e por isso eu não acreditei! Acho que foi ali que eu comecei a me apaixonar por você. 

Ouvi dizer que meus olhos brilham quando te olham e que eu, que sou sempre falante, perco a noção do tempo e fico sem palavras ao seu lado, não sei se acredito nisso ou se tento me enganar dizendo que não é bem assim. 

Mas a verdade é que talvez eu só seja uma romântica incurável, talvez eu goste de escrever, ou provavelmente os dois…

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